
Há que vontade
De correr até não saber mas aonde estou
De gritar e me esvaziar de dor e precupações desnecessarias.
De dança até meus pés encharem e fazerem bolhas
De abraçar a todos os que amo, e aqueles que nem existem mais.
De escultar músicas foram da moda
E canta-las o mais alto que poder
De aperta a campanhia do vizinho e sair correndo
De fazer piquiniques no bosque
Ir em estudios de musica, ouvir pequenos grandiosos tocarem
De colocar a cabeça por fora da janela enquanto você dirige
Comer lasanha e doces que não são feitos aqui
E alimentar os pombos enfrente a praça
De pegar onibus com amigos
De ganhar rosas e cartas de amor
De fazer uma longa viajem
Ir ao shopping com as meninas
Comprar roupas sem necessidades
De ir em festas "sozinha"
De não me preocupar com o futuro
De saber a hora certa de dizer adeus
De ser má e intolerante
De poder conversar sério com alguém
De ter um tempo só para mim e meu piano
De sentar do lado de fora de casa
E ficar com visitas até as 4 da manhã
De conseguir fazer tudo
Agradar a todos
De ver o sol
Ir para um clube, uma sorveteria
De fazer amizades novas
E que as velhas possam sempre estar presente
De dar presentes em troca de sorrisos
De viver mais do que uma verdade.
Viver a simplicidade e ser correspondida.
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